No veículo
O motorista ganha um benefício real de segurança. A Loggi ganha a rota que de fato aconteceu.
Proposta confidencial
Sem chip, sem recarga e sem custo de conectividade. O SGo vai dentro da caixa, colado como etiqueta ou no veículo — e a Loggi passa a saber por onde o veículo passou e onde o pacote realmente está.
Ver a proposta completaNúmeros compartilhados pela Loggi na reunião de junho de 2026.
A Loggi recebe entre R$ 25 e R$ 30 para levar um pacote. Em uma parte relevante dos envios, a mercadoria dentro dele passa de R$ 5.000. Quando esse pacote some, a margem do frete não cobre nada — quem paga é a relação com o embarcador.
É por isso que 1,2% de extravio não é um número operacional. São cerca de 12.000 pacotes por semana que viram reclamação, retrabalho de CX, indenização e, no limite, saída de cliente.
E há um agravante silencioso: hoje não dá para separar falha de processo de furto. O rastreamento morre no último bipe. Quando o embarcador cobra, a Loggi tem um status — não tem uma localização.
Em escala: o que a Loggi recebe × o que ela carrega
Valores compartilhados pela Loggi, jun/2026.
A operação subiu de 88% para 98% de taxa de sucesso. Os 2% que sobraram são os mais caros e os mais concentrados — e é exatamente onde a visibilidade física resolve o que o processo já não resolve.
Não estamos propondo dois produtos. É o mesmo SGo entrando por dois caminhos — no veículo do motorista, como benefício, e no pacote de alto valor, como proteção de carga.
O motorista ganha um benefício real de segurança. A Loggi ganha a rota que de fato aconteceu.
Separadas, cada frente resolve um problema. Juntas, elas entregam o que nenhuma das duas faz sozinha: quando um pacote some, dá para saber se ele saiu junto com o veículo ou se ficou para trás. É a diferença entre suspeitar e saber.
Veículo e carga na mesma tela. Falha de processo e furto deixam de ser a mesma linha na planilha.
O envio de alto valor continua reportando depois que sai da rota. Inclusive sob jammer.
Telas ilustrativas.
A retenção do motorista parceiro não se decide mais em quanto ele ganha por pacote — isso o mercado inteiro igualou. Ela se decide em infraestrutura, tratamento na unidade e previsibilidade de horário.
Existe uma dor que a Loggi hoje não toca: o motorista parceiro não consegue pagar seguro para a própria moto ou carro. É o bem de trabalho dele, e ele carrega esse risco sozinho todos os dias.
O SGo instalado no veículo, oferecido pela Loggi sem custo para o motorista, resolve isso — e devolve para a Loggi a camada de dado que faltava.
O benefício não depende de a Loggi ver o dado. Dá para desenhar o programa com visibilidade operacional ou como benefício puro — a Loggi escolhe o modelo.
O motorista usa o SGo para proteger o próprio veículo, e a Loggi acessa a posição em janela de operação para comparar a rota planejada com a executada.
O SGo é só do motorista. A Loggi oferece o rastreador como benefício e não tem visualização da posição do veículo em nenhum momento.
A adesão é voluntária, com termo claro e saída a qualquer momento. O rastreador é do veículo, e o motorista tem acesso total ao próprio dado pelo próprio app. No modelo com visibilidade, a Loggi acessa posição em janela de operação — não 24 horas por dia. No benefício puro, não acessa.
Além do rastreador sem custo, a adesão ao programa pode vir acompanhada de vantagens operacionais para o motorista.
Um benefício que o motorista escolhe é um benefício que ele conta para os outros na unidade. É assim que isso vira atração, e não obrigação.
São cerca de 50.000 envios de valor agregado por semana. Hoje, a visibilidade sobre eles termina no último bipe de coleta ou entrega — e é justamente no intervalo entre os bipes que o problema acontece.
O SGo aplicado nesses envios muda três coisas de uma vez: a Loggi passa a ter prova de custódia em vez de status, passa a separar falha de furto com dado, e passa a contar com o efeito que o Pedro descreveu como bloqueio psicológico — quem sabe que pode ter um rastreador dentro do pacote pensa duas vezes.
Tag dentro da embalagem. Padrão para os fretes de alto valor — mercadorias acima de R$ 5.000.

Versão adesiva e discreta, para pequenos objetos.

Para volumes maiores, carga paletizada e caixas de grande porte. A DANFE pode ser impressa direto na etiqueta.

Números compartilhados pela Loggi na reunião de junho de 2026.
As etiquetas entram no fluxo que a operação já tem: é só colar no volume.
A pergunta que sempre aparece é por que não usar uma tag de consumo ou um rastreador convencional. A resposta está em três linhas da tabela: histórico, jammer e compartilhamento.
| Critério | SGo | AirTag | Rastreador GPS/GPRS convencional |
|---|---|---|---|
| Peso | 6,5 g | ~11 g | 40–150 g |
| Bateria | Até 1 ano | ~1 ano | Recarga/instalação |
| Custo de conectividade | Zero — rede colaborativa mobile | Zero | SIM card por unidade/mês |
| Histórico de localização | Ilimitado | Só posição atual | Limitado pelo plano |
| Comportamento sob jammer | Continua operando | Continua | Bloqueado |
| Compartilhamento com terceiros | Link temporário (polícia, embarcador, família) | Não | Depende da plataforma |
| Integração | API | Não | Varia |
| Limite de unidades | Sem limite | — | Custo cresce linear |
O SGo não usa chip de celular — ele se apoia em uma rede colaborativa mobile, o que elimina custo de dados por unidade e é o que torna viável aplicar em dezenas de milhares de pacotes por semana. Sem SIM card, também não há o que um jammer derrube.
O histórico ilimitado é recurso exclusivo da Softruck no Brasil: em vez de apagar o rastro depois de X dias, a plataforma guarda o trajeto completo — que é o que importa quando a investigação começa semanas depois do fato.
O mesmo SGo, em versões para cada tipo de envio — da tag dentro da caixa às etiquetas adesivas, com a DANFE impressa na Print+.



Não vamos colocar um número de ROI nesta página, porque o número honesto depende de variáveis que só a Loggi tem. O que dá para fazer é montar a conta com vocês.
Valores iniciais: números compartilhados pela Loggi, jun/2026. Todos os campos são editáveis.
O extravio aparece como motivo declarado de saída de cliente — e recuperar um embarcador custa mais do que mantê-lo.
Há um time dedicado monitorando Reclame Aqui hoje. Menos caso é menos hora de time.
Recrutar e treinar um substituto custa mais do que o benefício que teria segurado o anterior.
Três unidades SGo já com o Pedro. Usabilidade do app e precisão de sinal em situação real de transporte.
250 rotas críticas por dia em SP, RJ, Vitória e Bahia, com grupo de controle.
Uma unidade operacional, adesão voluntária.
Leitura conjunta dos dois pilotos, modelo de faturamento fechado, escopo de rollout definido.
A Softruck é a plataforma de rastreamento e recuperação de ativos por trás de mais de 1.800 clientes e mais de 1 milhão de veículos rastreados em 9 países. Não é um fornecedor de dispositivo — é a camada de software, hardware e dado que sustenta operações de rastreamento inteiras.
Toda a tecnologia é desenvolvida internamente, roda em infraestrutura AWS, e a empresa é reconhecida como Endeavor.